disfunção eretil
impotencia masculina,43rv7
impotencia masculina,z12d
impotencia masculina,17kl
impotencia masculina,11ar
impotencia masculina,15tb
impotencia masculina,mnj6
impotencia masculina,13gz
Nossos produtos são altamente recomendado por causa de seus ingredientes puramente
naturais e super efecientes.Suplementos que melhoram a fertilidade da mulher e do homem
,estimulante sexual masculino e feminino.Nossos produtos são de longe os
melhores que existe atualmente disponiveis a venda.Entrega rápida e discreta
Leonardo da Vinci, célebre mestre do Renascimento, baseado no fato de que acontecem ereções noturnas involuntárias, concluiu que o cérebro não controlava a função do pênis que, para ele, tinha mente própria. Ao dissecar cadáveres de pessoas enforcadas, da Vinci observou que o pênis endurecia quando se enchia de sangue e descreveu o mecanismo da ereção. No que se refere à sua autonomia, no entanto, ele estava enganado. O cérebro tem integração fundamental com o mecanismo da ereção.
O pênis é enervado por dois grupos de fibras nervosas. Uma carrega sinais inibitórios que impedem a ereção; a outra, sinais excitantes que a facilitam. Esses dois sinais integram-se na medula, localizada no centro da coluna vertebral. Para ser mais preciso, na parte inferior da coluna. Por isso, o pênis pode enrijecer sem a participação direta do cérebro, praticamente por reflexo nessa região da coluna. Entretanto, por comunicação estabelecida através de nervos, esses sinais entram em contato com a região mais central e profunda do cérebro especialmente ligada às emoções e à memória a qual, por sua vez, articula-se com o chamado cérebro pensante, isto é, com o lobo frontal localizado na frente e na camada mais superficial do cérebro, onde se processam o arrazoamento e as tomadas de decisão.
Esses mecanismos cerebrais totalmente integrados permitem que o cérebro, através de circuitos de neurônios, provoque sinais inibitórios e excitativos a fim de que o sangue conduzido pelas artérias penetre nos corpos cavernosos e, retido dentro deles por compressão, promova a ereção. Quando o sangue reflui, isto é, quando volta para a circulação geral, o pênis fica flácido e a ereção desaparece. Desarranjos nesse mecanismo podem ser a causa das disfunções eréteis.
Até 10 ou 20 anos atrás, pouco se conhecia a respeito da fisiologia sexual masculina e da fisiologia da ereção. Nos últimos anos, porém, extensa variedade de estudos provocou uma revolução nessa área, possibilitando melhor entendimento da fisiologia peniana e, consequentemente, a descoberta de novos métodos cirúrgicos e farmacológicos para o tratamento da impotência.
Para o indivíduo ser considerado impotente, precisa manifestar disfunção erétil permanente. Uma falha ocasional de ereção, que pode acontecer com todos os homens, não enquadra ninguém nessa categoria. Por outro lado, quando se fala em impotência sexual, muitas vezes estamos nos referindo a outras manifestações da sexualidade masculina que nada têm a ver com a ereção, como a falta de desejo ou de orgasmo e a ejaculação precoce ou retardada. Por isso, o termo impotência sexual, na literatura, foi substituído por disfunção erétil quando significa a incapacidade de conseguir ereção satisfatória para o ato sexual.
Estima-se que, em âmbito mundial, uma população em torno de 170 milhões de homens apresentem disfunção erétil. Estima-se também que, em 2015, aproximadamente 400 milhões de homens manifestarão esse problema. No Brasil, calcula-se que os casos atinjam 15 milhões de homens.Considerando-se a população adulta acima de 18 anos, estima-se, ainda, que 53% dos homens apresentarão algum grau de disfunção erétil: 11% representam os casos graves; 27%, os de disfunção moderada e 18%, os de disfunção mínima.
Mesmo assim, o termo disfunção erétil continua impreciso e contraditório. Deveria ser disfunção sexual. Quando se pergunta a um indivíduo sobre sua sexualidade, pergunta-se sobre ereção satisfatória ou não e sobre a qualidade da relação sexual. Para analisar o problema, mistura-se um pouco da epidemiologia com a avaliação emocional emitida pelo paciente.
Não vou repetir que o cigarro causa impotência sexual, porque isso está estampado nos maços que os fumantes compram. Vou citar um trabalho bem simples que fizemos aqui em São Paulo mesmo. Foram estudados doze indivíduos com histórico de disfunção erétil, todos fumantes. Para investigar a extensão de cada caso, aplicamos o teste de ereção farmacológica, isto é, injetamos uma droga no pênis e observamos o resultado. Todos responderam positivamente, obtendo um ângulo de ereção maior do que 105 graus em média. Uma semana depois, eles retornaram, mas antes de repetir o exame fumaram dois cigarros. Em 80% deles, o ângulo de ereção caiu para 60 graus o que não deixa dúvidas sobre a ação deletéria do cigarro no mecanismo da ereção.
A disfunção erétil não envolve apenas o pênis. Quando se estuda esse órgão, deve-se pensar sempre nele e na pessoa que o comanda, na vagina que está a sua frente e na pessoa que comanda essa vagina. A relação entre pênis e ereção subentende um envolvimento entre pessoas. Daí, a grande dificuldade para determinar o diagnóstico. Sexualidade não é doença, é disfunção. Se o indivíduo quebra uma perna, o ortopedista avalia a fratura e trata daquela perna independentemente do que o paciente esteja pensando ou sentindo. Na sexualidade, ao contrário, o enfoque tem de ser emocional, porque o pênis faz parte do relacionamento íntimo entre duas pessoas. É de extrema importância estabelecer se ele funciona mal e compromete a relação, ou se funciona mal porque a relação já está comprometida. Como já disse, em 70% dos casos de disfunção erétil, a emoção está envolvida na causa. É impossível, por exemplo, manter a ereção se o casal for surpreendido por ladrões, pois o medo libera substâncias (adrenalina) que bloqueiam o estímulo sexual. Se o indivíduo atravessa um mau momento na vida, não se pode exigir que tenha bom desempenho eretivo.
Há dados importantes a considerar. Estudos realizados pelo Instituto H. Ellis evidenciam que os homens procuram ajuda, em média, só quatro anos depois que o problema começou a manifestar-se. Isso demonstra como é difícil vencer a inibição e procurar um médico para tratar do assunto. Em comum, a história é sempre longa, mas com aspectos distintos. Uns se queixam da má performance em casa e também com outras parceiras. Se lhe perguntamos, porém, sobre a data da última relação, a resposta é contraditória – “Foi ontem e foi ótima.” – o que denota um problema de ordem provavelmente emocional.
No entanto, há aqueles que, apesar dos inúmeros insucessos, continuam tentando. Embora o pênis não corresponda, não se entregam, o que sugere a possibilidade de um componente orgânico. Existem, ainda, aqueles que desistiram de tentar. A última relação ocorreu há bastante tempo. Um comprometimento da ereção desse tipo é difícil de entender especialmente se considerarmos o mecanismo involuntário e constante das ereções noturnas indispensável para a manutenção saudável do sistema.
Durante certo período, imaginou-se que, se havia ereção noturna, a emoção era a responsável pelo mau funcionamento do pênis em vigília. Hoje, sabe-se que a doença arterial, por exemplo, pode impedir que o sangue chegue em volume adequado ao pênis. À noite, com o indivíduo mais relaxado, o fluxo sanguíneo é suficiente para provocar ereção o que não acontece quando a resposta sexual exige presteza. Portanto, ereção noturna não garante a integridade do mecanismo da ereção.
As ereções noturnas ocorrem durante as fases de sono REM e são fundamentais para preservar os corpos cavernosos e o mecanismo da ereção. Não afastam, porém, a hipótese da incidência de algumas doenças como diabetes e aterosclerose. Em vista disso, foi criado um aparelho para registrar a ocorrência e o grau das ereções enquanto o indivíduo dorme a fim de avaliar se a fisiologia está conservada.
A resistência parte do próprio indivíduo. É muito fácil procurar o médico para queixar-se de falta de ar, tosse ou dores no estômago. Admitir, porém, sua impossibilidade de manter relações sexuais é algo custoso e deprimente. Em geral, os homens só tomam a iniciativa estimulados pela parceira que nem sempre os acompanha ao consultório, mas é quem marca a primeira consulta. Eles cedem porque a relação está em jogo. A suspeita, por parte da mulher, de que haja um envolvimento extraconjugal e/ou sua suposição de ter-se tornado menos atraente e sedutora, muitas vezes, contaminam o relacionamento do casal.
CAUSAS EMOCIONAIS

Quais as causas emocionais que podem inibir o mecanismo da ereção?
A ansiedade encabeça a lista das causas emocionais que bloqueiam o mecanismo da ereção. Pode ser provocada pelo medo de falhar pela segunda vez ou pela inibição ou alvoroço diante de uma parceira que desperte atenção especial. A frase – “Você é muita areia para o meu caminhãozinho!” – elucida essa situação que, em geral, não ocorre com a companheira que pode até ser mais bonita e sedutora.
Outra causa importante é a falta de controle ejaculatório. O medo de ejacular depressa demais, de não dar prazer à parceira, de não conseguir a penetração que considera ideal, cria tanta ansiedade que ele falha durante o ato sexual.

Qual a influência do estresse a que está submetido o homem moderno?
O estresse do cotidiano, a falta de dinheiro no banco e o cigarro, por exemplo, são fatores que pesam no desempenho sexual do homem contemporâneo. Fala-se muito como as pessoas deveriam portar-se para estimular o desejo. Como pedir a um homem ou a uma mulher cujo dinheiro não chega para pagar as contas do mês que estejam dispostos a criar um clima e colocar um disco romântico na vitrola? O ideal seria transformar o ambiente e a rotina familiares, mas isso não é tarefa fácil.
Até que idade o homem pode estar ativo sexualmente?
Sexualidade não tem padrão. Basta lembrar que, em férias, as pessoas transam mais. Os parceiros não mudaram; mudaram o ambiente e o perfil da libido. Nessa hora, percebe-se que a sexualidade varia de instante para instante, de pessoa para pessoa, depende do relacionamento interpessoal e faz parte da qualidade de vida do ser humano. Por isso, seria temerário caracterizar procedimentos, ditos normais, nesse campo.

Grosso modo, o envelhecimento não traz consigo a perda da ereção nem da sexualidade. Entretanto, elas variam de acordo com a postura de cada indivíduo perante a vida. Um homem de 90 anos pode ter atividade sexual satisfatória com ereção, se estiver saudável, otimista e bem disposto. Essa capacidade, porém, estará ausente naqueles que, apesar de mais novos, estejam deprimidos ou doentes.

CAUSAS ORGÂNICAS
Quais as causas orgânicas da impotência?
Hoje, muito da atenção se volta para o distúrbio hormonal, porque se leva em conta o envelhecimento da população como um todo. Disso advém a proposta de indicar o uso de hormônios aos homens acima de 50 anos, como se faz com as mulheres. Todavia, é preciso tomar cuidado. Essa conduta ainda não foi cientificamente comprovada. Além disso, os homens não apresentam declínio abrupto dos hormônios masculinos porque, sendo preservadores da espécie, mantêm-se aptos para procriar durante toda a vida e para tanto precisam conservar o sistema íntegro.
Mas a taxa de testosterona não cai com a idade?
Cai, mas não num nível que exija reposição. Na verdade, se dosarmos os índices de testosterona ao longo dos anos, veremos que sua produção estará preservada, assim como estarão preservados os espermatozoides. Um homem com 80 anos pode ter ereção e espermatozoides saudáveis para a reprodução.
É preciso considerar também a relação entre a reposição hormonal e o aumento da incidência do câncer de próstata.
É verdade. Por isso, repito que é preciso tomar muito cuidado. Felizmente, apenas 4% dos homens apresentam esse tipo de distúrbio que se reflete não na falta de ereção, mas na ausência do desejo sexual.

Há outra causa orgânica que mereça destaque?
Não se pode deixar de citar a causa vascular. A artéria ilíaca é responsável pela irrigação das pernas e dos genitais, ou seja, através dela o sangue que sai da aorta flui para essas partes do corpo. Se estiver obstruída por placas de ateroma, o indivíduo sentirá dor na barriga da perna, na coxa ou nas nádegas, quando anda. Ora, se é a mesma artéria que conduz o sangue para os membros inferiores e os genitais, é provável que a má circulação provoque também disfunção erétil. O indivíduo chega a ter ereção, mas não a mantém, porque ocorre uma fuga venosa.
Explique melhor o que é fuga venosa.
Nos anos de 1980, fuga venosa foi a expressão usada para explicar que o indivíduo perdia a ereção durante o ato sexual porque o sangue que chegava pelas artérias não ficava aprisionado nos corpos cavernosos e escapava pelas veias num volume e rapidez maior do que seria normal. Essa explicação simples e lógica serviu de fundamento para um número expressivo de cirurgias de ligadura das veias penianas. No entanto, essa terapêutica foi abandonada porque se concluiu que a doença não estava nas veias, e sim no mecanismo da ereção (o sangue chegava sem pressão) ou no aporte emocional.

DIABETES E AUTOINJEÇÕES

Qual o tratamento que se pode oferecer aos diabéticos com disfunção erétil?
Diabetes mal controlado evolui, geralmente, para complicações renais, oftalmológicas e genitais. Considerando tão-somente os aspectos sexuais da questão, trata-se de uma doença neurológica que altera os nervos que estimulam o pênis. O mecanismo da ereção está preservado, mas os nervos deixaram de comandá-lo. Embora o cérebro passe o estímulo para a medula, ela não o transfere para o pênis de forma harmônica.
Nesses casos em que a disfunção erétil resulta de uma falha na enervação, o tratamento proposto é a autoinjeção, que consiste em injetar no corpo cavernoso uma droga que provoca vasodilatação no pênis, favorecendo a entrada de mais sangue. O efeito é praticamente imediato. Cinco minutos depois de tomá-la, a ereção acontece.
Não dói introduzir uma agulha no pênis?

Dói muito pouco. Quando se pensa em aplicar uma injeção no pênis, a expectativa é de uma dor intensa. Acontece que o pênis, como o braço, tem pouca enervação e, ao penetrar a agulha, que é muito fina, o indivíduo sente apenas uma dorzinha. Diante da dor que esperava, ela é insignificante. Há indivíduos satisfeitos com os resultados que tomam injeções desse tipo há mais de 15 anos sem nunca terem reclamado do incômodo da dor.
A autoinjeção pode ser indicada para diabéticos e para homens submetidos à prostatectomia radical, isto é, a retirada total da próstata que estava comprometida por câncer. Nos casos emocionais, associada à psicoterapia, também tem-se mostrado eficiente.

Ninguém se queixa que ir ao banheiro para tomar a injeção quebra o clima?

A felicidade de manter o pênis ereto compensa qualquer sacrifício, especialmente porque a ereção dura hora e meia em média, muito mais do que qualquer homem normal consegue manter.
As primeiras aplicações requerem cuidado especial porque a ereção pode prolongar-se por mais de 6 horas. Há um caso curioso a respeito disso. Pedi a um paciente que começasse usando pequenas doses e que me mantivesse informado. No dia seguinte, ele me telefonou dizendo que tudo tinha corrido muito bem, mas que estava em ereção plena havia 12 horas. Pedi que fosse ao consultório. Para minha surpresa, contou-me que estava em Miami o que dificultou um pouco o atendimento.
PRÓTESES PENIANAS

Que inovações trouxeram as próteses penianas?
As próteses penianas provocaram verdadeira revolução no campo da disfunção erétil. Na verdade, o nome deveria ser implante, porque a palavra prótese subentende a ideia de que alguma coisa foi retirada para outra ser posta no lugar. Não é esse o procedimento adotado. Para introduzi-las no corpo cavernoso, apenas afasta-se o tecido esponjoso, mantendo intacta a enervação do pênis e a glande. Em geral, são feitas de silicone e dão rigidez ao pênis permitindo a penetração na vagina sem alterar a capacidade de ejaculação, nem o desejo, nem o prazer.
Vencidas as dificuldades inerentes a qualquer pós-operatório, o desempenho sexual é restabelecido e, seis meses depois, o indivíduo nem se lembra de que usa uma prótese.
As primeiras tentativas de aplicação de próteses datam do século XIX. Essas eram feitas com um pedaço de costela. O problema é que o osso era reabsorvido pelo organismo e elas duravam pouco. Mais tarde, surgiram outras com articulações semelhantes às dos dedos da mão. Podiam ficar eretas e dobrar-se. Também não deram muito certo.
Atualmente, usa-se uma prótese dotada de um mecanismo hemodinâmico muito simples e que pode ser acionado pelo próprio portador permitindo o controle da ereção segundo sua vontade. Como não se mexe na enervação nem na glande, a sensibilidade fica totalmente preservada. Basicamente, ela consiste no seguinte: dentro do escroto, coloca-se uma bolsa cheia de líquido cuja saída é vedada por uma bolinha. Se esse pequeno reservatório for apertado com a mão, a bolinha se movimenta, o líquido é liberado e o indivíduo entra em ereção. Basta dobrar o pênis para que a situação se reverta. O líquido reflui para a bolsa, a bolinha retorna à posição inicial e a ereção desaparece. Embora a garantia dessas próteses seja de 5 anos, vários pacientes as usam há mais tempo sem complicação alguma. Além disso, o procedimento cirúrgico é bastante seguro e o período de internação muito curto. A única recomendação importante é que a prótese não deve ser usada nos primeiros 30 dias depois de sua implantação.
Como reagem as mulheres diante dessa nova realidade?
Muitas se sentem inseguras imaginando que o comportamento do companheiro se tornará mais ousado com outras parceiras. As próteses não mudam a personalidade de seu portador. Ele seguirá agindo como sempre de acordo com seus princípios, valores e interesses.
FÁRMACOS
Sem mencionar os nomes comerciais, vamos falar brevemente sobre as drogas utilizadas para ativar o mecanismo da ereção. Uma é a apomorfina que age nos centros cerebrais. A outra, a mais conhecida, é o sildenafil que age no próprio pênis e provoca vasodilatação. Qual é sua experiência com a utilização dessas drogas?

Acredito que o sildenafil tenha vindo para ficar, porque provou sua eficiência no corpo cavernoso considerado competente, ou seja, sem alterações patológicas. Nesse aspecto, essa droga serve até para testar se existe uma doença orgânica ou não. Se tomando corretamente o sildenafil ocorrer uma ereção plena, provavelmente o sistema está saudável. Nas lesões neurológicas, isto é, nas lesões de enervação como as provocadas por diabetes, traumas de medula ou na prostatectomia, a resposta gira em torno de 50% a 57%. Para esses casos, a autoinjeção apresenta melhores resultados.

Há algum risco no uso do sildenafil, uma vez que sua venda está liberada no comércio e muita gente a utiliza como droga de recreação?
Para pessoas jovens e saudáveis praticamente não há problema. Essa droga age por um período determinado e depois é eliminada do organismo. Seu efeito vasodilatador não se restringe ao pênis, mas reflete-se na musculatura lisa, artérias e veias de todo o corpo. Por isso, é preciso tomar cuidado. Se a pessoa apresenta problemas cardíacos e já faz uso de outros vasodilatadores, pode somar seus efeitos e ter complicações no quadro clínico.

Você acha que essa droga é realmente segura?
O sildenafil está sendo usado no mundo todo praticamente há dez anos. É uma droga segura, que oferece bons resultados e sem relato de complicações sérias decorrentes de sua utilização. No entanto, no caso daqueles que tomam vasodilatadores para o coração, só deve ser utilizada com orientação médica.

Há novos medicamentos para serem lançados nessa área?
Na linha dos vasodilatadores, estão sendo testados medicamentos que vão produzir ereção mais rápida e duradoura. A ideia é que seus efeitos apareçam depressa e se estendam por 24 horas, em vez das 4 horas que se consegue tomando sildenafil.
IMPOTÊNCIA SEXUAL

Impotência

É um sentimento que todos nós já sentimos, ao menos alguma vez na vida. Mas aqui trata-se de Impotência Sexual.
Interessante é que, sem que se o diga expressamente, já todos o perceberam e assumiram como um problema dos homens… Esse é um factor que agrava estas situações.
Refiro-me ao Preconceito Social, às “convenções” que padronizam as exigências de “performance” dos homens (e sobretudo dos candidatos a homens, os jovens), estigmatizando as falhas.
Dizem os entendidos que 70% dos casos de impotência se devem a problemas ou condicionantes de ordem física e 30% se devem a factores psicológicos.
Curiosamente, quando se tem em conta as faixas etárias, observa-se que a relação 70% - 30% se inverte completamente no caso dos jovens. Nestes, só cerca de 30% ou menos dos que “falham” é devido a problemas físicos e mais de 70% dos que “falham” é devido a problemas psicológicos; à interiorização dos tais preconceitos, ao medo de falhar…
Raio de preconceito que tantos problemas causa… Digo eu!

Desta mesma “família”, temos também as situações devidas a problemas decorrentes da convivência social, ou profissional, e dos relacionamentos inter-pessoais.
A especialidade deste blog não é “tratar” problemas psicológicos ou decorrentes de problemas sociais. Na verdade, para além duns chazinhos para descontrair e duma boa dose de auto cura, provavelmente a melhor solução para esses casos é “sentar a um canto e esperar que a crise passe”.
Estou a exagerar, é claro! “Sentar a um canto” não é solução para o que quer que seja; já uns bons passeios, a pé, por algum local calmo e agradável são capazes de ajudar bastante.

Resumindo, no dizer dos brasileiros, significa “dar um tempo” e descontrair, “partir para outra”(s) ocupações, distracções e pensamentos.
Vamos então ao lado da questão que nos interessa:
A maioria dos problemas físicos que provocam impotência são adquiridos pelo desgaste da vida e são originados por medicamentos.
Há ainda os que são devidos ao excessivo sedentarismo (ou à excessiva obsessão do culturismo e da adrenalina); e ainda há os que são provocados pelos maus hábitos alimentares ou vícios.
Os medicamentos que, comprovadamente, estão na origem de muitos destes casos são:
-- medicamentos para hipertensão (referem-se especificamente os que contêm espironolactona e os diuréticos, estes últimos por baixarem muito os sais minerais reduzindo a capacidade física);
-- medicamentos anti-depressivos e ansiolíticos (é referida a fenotiazina e os beta-bloqueadores);
-- medicamentos para problemas gastro-intestinais (cinetidina);
-- medicamentos para alergias;
-- tratamentos dos problemas da próstata…;
-- problemas de diabetes e colesterol alto, etc.

Também há situações decorrentes de problemas cardio-vasculares: insuficiência venosa e má circulação; tudo coisas para cujo tratamento há produtos naturais excelentes e com muito menos (ou nenhuns) efeitos secundários... pelo menos deste tipo.
Temos ainda as situações provocadas pelos vícios: de fumar, de beber demais, de comer mal (comer só, e em grande quantidade, coisas que fazem mal), toxicodependências, obsessão pela adrenalina (que pode dificultar a produção de testosterona).

Para se perceber o quanto estas situações podem ser frequentes e a grande quantidade delas que não têm qualquer importância (se o próprio não lha der, agravando), faço notar que algumas se devem a problemas que provocam instabilidade emocional, normalmente tratada com anti-depressivos e ansiolíticos, e que estes fazem parte dos medicamentos “culpados”; isto é: que provocam impotência. Portanto, em casos de estresse, ansiedade ou instabilidade emocional, mesmo que devida a problemas sociais, (que não podemos resolver aqui) beba uns chazinhos e dê uns passeios que curam mais depressa e não provocam impotência, bem pelo contrário: ajudam a tratar.

Também há uma infinidade de casos provocados pelos diuréticos…
Pois é! Mas uma grande parte dos anti inflamatórios, que se usam até para tratar uma gripe vulgar, uma distenção muscular e por aí fora, são diuréticos e têm probabilidade de provocar alguma situação pontual destas.
Se o próprio não ligar importância, não interiorizar complexos e preconceitos tolos, a crise passa rapidinho e não deixa sequelas; se não, pode ser “pior a emenda do que o soneto”, porque passa a “problema psicológico”, a trauma (os tais que não são a “nossa especialidade”).

Portanto, qualquer que seja o seu problema de saúde, explore bem as possibilidades de tratamentos naturais, antes de se “enfrascar” em medicamentos que tratam um problema e provocam dois.
A cavalinha (equisetum arvense), por exemplo, é um bom diurético e também é remineralizante (repõe os sais minerais). Há outras plantas com essas características.

Desfaça-se dos vícios que, a longo prazo, lhe destroem a saúde e causam sequelas também desta natureza.
Aprenda a comer e a cuidar da sua saúde por essa via. O bem-estar físico é duma importância vital nesse tipo de coisas.
Desfaça-se do sedentarismo, inclusive no que respeita a actividades intelectuais e de socialização

Eis uma lista, resumidíssima, de plantas que podem ser usadas para recuperar a auto-confiança e não só. Use doses reduzidas, cujos efeitos demoram mais mas são mais eficazes e evitam as contra-indicações:
Hipericão, Damiana, Alecrim, Guaraná, Ginseng, Manjericão, Pau de Cabinda…

Há quem use, nesses casos, "soluções" mais radicais: o consumo de mosca azul mexicana, ou de algum batráquio que delas se alimente, pode provocar até erecções dolorosas...
impotencia masculina,uj27
impotencia masculina t1
impotencia masculina t2
impotencia masculina t3
impotencia masculina,20uj
disfunção eretil,impotencia masculina,w3
disfunção eretil,impotencia masculina,w2
disfunção eretil,impotencia masculina,w1
impotencia masculina tl1w3
impotencia masculina,gt6x
impotencia masculina,50i
disfunção eretil,impotencia masculina,hd5
disfunção eretil,impotencia masculina,hd2
disfunção eretil,impotencia masculina,hd1
disfunção eretil,impotencia masculina,frt2
disfunção eretil,impotencia masculina,frt1
disfunção eretil,impotencia masculina,gt1
impotencia masculina q1d
impotencia masculina bg6
impotencia masculina htg65
disfunção eretil,impotencia masculina,lo32
disfunção eretil,impotencia masculina,yt3
impotencia masculina vh2w
impotencia masculina ed3g
impotencia masculina nm htu77
impotencia masculina 65gy7 hu7
impotencia masculina kw4d1
disfunção eretil,impotencia masculina,fr1
disfunção eretil,impotencia masculina,gt3
disfunção eretil,impotencia masculina,gt2
impotencia masculina qj2
impotencia masculina qj7
impotencia masculina qjk1
disfunção eretil,impotencia masculina,fr6
disfunção eretil,impotencia masculina,fr4
disfunção eretil,impotencia masculina,fr2
disfunção eretil,impotencia masculina,yt1
disfunção eretil,impotencia masculina,w6
disfunção eretil,impotencia masculina,w5
disfunção eretil,impotencia masculina,w4
disfunção eretil,impotencia masculina,hk1
disfunção eretil,impotencia masculina,hj2
disfunção eretil,impotencia masculina,hj1
impotencia masculina,uz12
impotencia masculina,kx32
impotencia masculina,69j6r
impotencia masculina t5
impotencia masculina qj
impotencia masculina qj1
impotencia masculina,yh54ç.m
impotencia masculina,61lo7
impotencia masculina,hv54r
impotencia masculina,ma34r
impotencia masculina,al85
impotencia masculina,34l j8
impotencia masculina,46 bg6
impotencia masculina,ug b76
impotencia masculina,34rf7
impotencia masculina,4769h
impotencia masculina,585l
impotencia masculina,rj73
impotencia masculina,bh83
impotencia masculina,jb65
impotencia masculina,6t41
impotencia masculina,47us
impotencia masculina,jc443
impotencia masculina,fr43
impotencia masculina,yh54
impotencia masculina,57hy
impotencia masculina,32ea
impotencia masculina,24tx
impotencia masculina,22de
impotencia masculina,21d
impotencia sexual masculina,sdh ryue56
impotencia sexual masculina,45 bfdgh
impotencia sexual masculina,ytrgfdju56q
impotencia sexual masculina,pzxr5
impotencia sexual masculina,olpm99
impotencia sexual masculina,ppln71
impotencia sexual masculina,klop67
impotencia sexual masculina,lop6
impotencia sexual masculina,pl98j
impotencia sexual masculina,wq32
impotencia sexual masculina,kk8 n21
impotencia sexual masculina,81l m7
impotencia sexual masculina,3e5dd
impotencia sexual masculina,eu1r
impotencia sexual masculina,br2
impotencia sexual masculina,br1
impotencia sexual masculina,br5
impotencia sexual masculina,45bty h
impotencia sexual masculina,5t5bb ffg
impotencia sexual masculina,45r v8ug
impotencia sexual masculina,5f v7h
impotencia sexual masculina,gx6g 65
impotencia sexual masculina,65gv
impotencia sexual masculina,32g
disfunção eretil,ereção peniana,impotencia masculina,4t65hb7az bty6
disfunção eretil,ereção peniana,impotencia masculina,rt5yuv56
disfunção eretil,ereção peniana,impotencia masculina,gh657bj
disfunção eretil,ereção peniana,impotencia masculina,poujn65t
disfunção eretil,ereção peniana,impotencia masculina,pli97
disfunção eretil,ereção peniana,impotencia masculina,w3z
disfunção eretil,ereção peniana,impotencia masculina,wwe3s
disfunção eretil,ereção peniana,impotencia masculina,q32w
disfunção eretil,ereção peniana,impotencia masculina,uy6 b54edc
disfunção eretil,ereção peniana,impotencia masculina,67tg54
disfunção eretil,ereção peniana,impotencia masculina,nh56
disfunção eretil,ereção peniana,impotencia masculina,45gc
disfunção eretil,ereção peniana,impotencia masculina,rtyb56b h
disfunção eretil,ereção peniana,impotencia masculina,brt43g
disfunção eretil,ereção peniana,impotencia masculina,rt ht65
disfunção eretil,ereção peniana,impotencia masculina,3de
remedios que curam a impotencia masculina,ervdf
remedios que curam a impotencia masculina,er f4
remedios que curam a impotencia masculina,r4z
remedios que curam a impotencia masculina,ze1
remedios que curam a impotencia masculina,z1
remedios que curam a impotencia masculina,a4
remedios que curam a impotencia masculina,a2
remedios que curam a impotencia masculina,a1
remedios que curam a impotencia masculina
Há quatro causas principais da impotencia masculina. A mais importante é a emocional e atinge 70% dos homens. Os 30% restantes apresentam uma disfunção orgânica que pode ser vascular de origem arterial, hormonal e, em pequeno número, resultado de alterações na anatomia do pênis.